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domingo, 5 de abril de 2015

Paulo Nunes da Costa (1954 - 2015)

Paulo Costa, Ariadna e o filho em 2006 (foto: Amika)
Recebi telefonema do Guilherme, filho do meu amigo Paulo Costa, dando conta do falecimento dele hoje à tarde. Ele estava internado na Beneficiencia Portuguesa desde Dezembro de 2014. Pude visita-lo nesse período e fiquei muito contente em poder dar algumas risadas no meio de conversas sobre muitos temas. Um que me chamou a atenção foi o seu desejo de comprar um baixo acústico para praticar algo que eu não sabia que ele fazia: tocar instrumentos de cordas.

Conheci o Paulão em 2006 num sábado no Kartódromo Granja Viana. Fomos os dois treinar e eu não imaginava que estaríamos no mesmo campeonato naquele ano, caso eu não tivesse quebrado uma costela pouco antes da primeira prova.

Ainda me lembro que foi na reta oposta que vi um cara familiar na minha frente e o ultrapassei. Talvez a única vez que ultrapassei o Paulão na vida. Poucas semanas depois vejo no box o mesmo cara com o mesmo jeitão. Começou aí uma amizade num período em que a única coisa que eu podia fazer era observar as corridas, razão pela qual um dia resolvi lhe fazer sinalizações do box. Às custas do empenho dele, e com o incentivo de alguns sinais meus, ele terminou melhor, se não me engano em sétimo ou sexto. Ficou contente, claro, e me agradeceu.

Foi com ele que treinei algumas vezes e tambem com ele que fiz a ultima prova no anel externo no Endurance Noturno. Até gravamos na lanchonete do kartódromo certa vez depois de um treino, com a ilustre presença do Jan Balder. Um grande gente bôa, sempre sorridente e que gostava da vida tanto quanto todo cara que eu conheci que gosta de velocidade.

Na foto do post, em 2006, o Paulo aparece com a esposa e o filho menor. Vai fazer falta.

Vai com Deus amigão!

3 comentários:

Anônimo disse...

Paulo, meu grande amor, meu esposo amado! vai fazer muita falta sim, já me faz falta! ainda não acostumei estar sem sua presença e sua alegria contagiante. Ainda não....deixar partir, desprender-se, aceitar, resignar-se, viver...dia após dia, assim, sem ele, só...e, assim, que a vida te pega de surpresa, assim, e somente assim...21 anos!! juntos, que grata sou à vida!! mais que duro ou quase impossível é o aceitar que tudo um dia acaba...prematuro? vida curta...vida próspera...vida onde o corpo acaba e a alma continua eternamente...te vi partir...senti que eras somente um casulo vazio, te senti voar, livre e feliz...te libertaste das amarras e só deixas saudade...tu já estás em paz, eu ainda sinto tua falta...um dia chego ai, onde estás, preciso ainda me purificar como tu tens feito...coisas, deveres ainda eu tenho que cumprir...tudo muito bem feito...e tu, estarás esperando por mi, na casinha branca que te pedi...cheia de orquideas...cheia de paz...branca e pura como agora já é tua alma...meu Paulo, meu adorado esposo, penso em ti, desde que amanhece até quando eu me deito...tuas guitarras, teu aroma ainda estão aqui, em meu coração!!

Marta Reyes disse...

Bom dia! Apesar de muito tempo ficamos consternados com esta notícia. Sou uma ex-funcionária do Paulo e agradeceria se alguém nos informasse via e-mail qual o motivo do falecimento de uma pessoa tão carismática e que muito contribuiu para o nosso sucesso profissional.

Nosso conforto e orações para a família e a todos os que de alguma forma puderam conviver com o Paulo.

Anônimo disse...

Trabalhei com ele há muito tempo. Uma pessoa muito querida por todos. Apesar do tempo decorrido, fica aqui registrado o meu lamento.